domingo, 23 de outubro de 2016

A fantástica geração das mulheres que não foram feitas para casar.

Nós não fomos criadas para sermos princesas. Não brincamos apenas com bonecas e não aprendemos, desde cedo, a como cuidar de uma casa. Nossas mães nunca tiveram tempo para nos ensinar a costurar: em vez disso, nos mostravam com exemplos práticos de como ser fortes, independentes e batalhadoras. Em vez de bonecas, livros. Em vez de panelinhas, cadernos. Fomos criadas para sermos mulheres fortes, para enfrentar o mundo de frente. Não somos mulheres para casar.

Não vamos viver para limpar a casa, lavar os pratos e dedicar 100% do nosso tempo para nossos filhos, porém, seremos parceiras, ótimas companhias e as melhores pessoas para dividir uma vida e uma história. Não fomos criadas para esperarmos a porta do carro ser aberta ou a cadeira ser puxada: nós aprendemos que o quer que a gente queira, somos nós as únicas que têm que fazê-lo.
Não sabemos pregar um botão, mas sabemos indicar uma costureira incrível e barata.
Não sabemos fazer o melhor almoço de domingo, mas dividimos a conta de um restaurante português impecável. Não somos as melhores do mundo em limpar o apartamento, mas se você quiser conversar sobre o expressionismo abstrato, vamos fazer isso com o maior prazer do mundo enquanto indicamos um bom vinho e escolhemos uma bom hotel naquele site que descobrimos ontem.

Nós não sabemos se vamos querer ter filhos um dia, mas conseguimos amar um sobrinho ou um filho de uma amiga com todas as nossas forças. Não estamos ansiosas por um anel ou por um vestido branco, mas ficamos realmente felizes com aquele presente inesperado que foi comprado por amor e sem data comemorativa. Nossas brincadeiras favoritas na infância nunca foram casinhas de bonecas, mas éramos as melhores em artes e redação. Não fomos criadas para brigar com você enquanto joga videogame com os amigos, mas sim, para jogar tão bem quanto vocês todos juntos.

Mas por favor, não nos entendam mal. Não somos mulheres que não gostam do amor ou que não sabem amar, muito pelo contrário! Enxergamos o amor nas coisas mínimas. Para nós, um "se cuida" é o equivalente a um "eu te amo", um "já comeu?" é uma prova do quanto importamos e um "estou com saudades" faz nosso coração bater mais forte.

Não somos mulheres criadas para casar, mas somos as melhores para dividir uma casa, uma bicicleta, uma mala e algumas linhas a serem escritas. Às vezes, nós queremos casar, nos vestir de branco e celebrar o amor com tanta gente querida. Mas não fomos criadas para isso, não.

Antes de casar, a nossa prioridade é amar.

E isso nós fazemos muito bem.


Encontrei este texto, nas redes sociais,

Se é um bom exemplo? Não concordo no seu todo, há coisas que todos independentemente do sexo, devemos ou devíamos saber.
Os tempos mudam as opiniões também mas há coisas que deviam ser ensinadas a todos.
Embora eu já não pertença a essa geração que o texto fala, houveram coisas que me foram ensinadas, que hoje eu agradeço por mo terem ensinado.
Houve coisas que eu sempre disse que não queria e que não me arrependo até hoje, mas que já fui muito criticada, como o não querer ter filhos, criticam-me não sei porquê, pois, como no texto eu adoro crianças e dou o amor e carinho aos filhos dos outros, mas não os quis ter, uma decisão minha, pronto.
O casamento já o fiz e pela igreja, hoje não sou católica, nem de outra religião, pois acho que todas elas são um “negócio” também sou criticada por isso, divorciei-me, hoje vivo com outra pessoa e o casamento não está nos meus planos, mas não digo que não.
A geração de hoje é muito diferente da minha, mas lá está, há coisas que nem o tempo ou as mentalidades mudam, pois, o saber não ocupa lugar, hoje não se ensina nada a ninguém, os pais querem que os filhos estudem, dão-lhes todas as condições para isso e o resto esquece.

As mulheres foram as que ao longo dos tempos mais evoluíram, hoje não são mais as que estão em casa à espera do marido, a cuidar dos filhos, não, hoje a mulher tem parte muito ativa na sociedade e se elas não querem casar ou ter filhos, deixem-nas é um desejo que lhes assiste.   

Se eu acho isso fantástico? Sim, em 90% do texto.





Bom Inicio de semana. 

18 comentários:

  1. Eu não acho que o cu tenha algo a ver com as calças, sinceramente. Eu quero casar, ser apaixonada e ter filhos... mas isso não significa que queira abdicar de mim, do que gosto de fazer, e me subjugue a um homem. ;)

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    1. Cada pessoa tem sua ideia é todas devem ser respeitadas! Claro que ao te casares não te vais subjugar ao teu marido. Mas ao teres filhos já muita coisa muda :)

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  2. Não sei se fui criada para casar, sei que fui criada para respeitar e ser respeitada, para ser independente, para lutar pela vida com dignidade, para me bastar a mim própria. O facto de ter decidido casar e de ter tido filhos nunca me impediu de ser na mesma eu, feliz, independente, mãe, filha, esposa, profissional etc. As mulheres de hoje já não são como antigamente, hoje podemos fazer as nossas escolhas. Beijinho Mena :)

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    1. Hoje poucas pessoas casam GM, mesmo assim ainda há quem o faça e não sou contra, cada um sabe de si.
      Mas que muita coisa mudou isso é verdade. Temos é de saber respeitar a decisão de cada um.
      Jinhos

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  3. Caramba, como eu te entendo, minha querida ;)
    Gostei da tua analise! Cada um e livre de fazer o quer da sua vida... desde que o faca com consciência para depois mais tarde so se arrepender daquilo que nao fez :)

    Bjinhosss e continuacao de boa semana*
    PS: Gostei de te ter inspirado hehe
    https://matildeferreira.co.uk/

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    1. Tudo o que fazemos deve ser feito em consciência, claro que se erra muita vez, mas há coisas que já não dá para voltar atrás.
      Jinho Matilde

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  4. Ótima postagem cada pessoa tem livre arbitrio, obrigado pela visita.
    Blog: https://arrasandonobatomvermelho.blogspot.com.br
    Canal: https://www.youtube.com/watch?v=DmO8csZDARM

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  5. Texto incrível, absolutamente brilhante.

    Beijos
    Lua Mariano
    www.meumundodalua.com

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  6. Eu respeito imemso a atitude de cada um...independentemente do seu estado civil!
    Há que sermos inteligentes em fazermis o que nos faz feliz e não prejudica ninguém!
    Há que saber mudar e aperfeiçoar se for preciso!!!
    Gostei da sua escolha!!! Bj

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    1. E há que respeitar Gracinha, se não que seria desta vida? mesmo assim há tanto problema tanta falta de respeito.
      Beijinho

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  7. Pois... sempre me incomodou que esperassem de toda a gente praticamente a mesma coisa. Depois anda meio mundo desatinado e não se percebe porquê! Também já me pressionaram muito para que tivesse filhos, como se tivessem alguma coisa a ver com isso!

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